terça-feira, 5 de maio de 2015

Podemos sentir.

Epicentro Sentido

Orla do olhar espelhado,
pulso do brilho etéreo.
Esconde-se a inocência,
Em curtos gestos falsos.
O abalo paradoxal
Em paroxismo ululou
A verdade rubra na face.
Nas mãos do poeta Doce
Os veios não são assim...
Revelados aos quatros céus.
Há silêncio no respeito,
Espera paciente destemida
A voz única da vibração,
em equidade com o tom,
o luar do coração...!

ives vietro

7 comentários:

  1. Meu poeta que adoro, sabe que sou sua fã
    mas esse com certeza não entendi mesmo

    Mas tudo bem valeu o que de bom escreveu

    Bjusss
    Rita

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  2. Perfeito como sempre Ives.

    Qto tempo hein..

    Bom dia!

    beijooo.

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  3. Oi Ives,
    Gostaria de ter entendido, mas quando meu filho chegar para o almoço vou pedir para ele decifrar, ele é muito culto.
    Beijos

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  4. Quanta inspiração!!!

    Um lindo dia pra vc =)

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  5. Muita gente não entendeu (nem eu, rs), no entanto a interpretação é livre, mas acho divino a forma como escreve. Inspirador.

    Abraços camarada!
    Dan

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  6. Olá Ives, quando lemos o poema ou um texto de outra pessoa, ele passa a ser nosso também, e com isso sinto que posso fazer várias leituras do seu poema enigmático.Grande abraço!

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